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Deputado federal Paulo Bilynskyj destina R$ 1,7 milhão ao HCM e anuncia novo repasse de R$ 1,5 milhão para UTI Neonatal


O deputado federal Paulo Bilynskyj destinou mais de R$ 1,7 milhão em emendas para aquisição de novas tecnologias à UTI Neonatal do Hospital da Criança e Maternidade (HCM) de São José do Rio Preto. Na manhã desta quarta-feira, 6, ele anunciou mais R$ 1,5 milhão à unidade. O deputado foi recebido na diretoria da Fundação Faculdade Regional de Medicina (Funfarme) São José do Rio Preto e seguiu para visita no HCM.

Os novos equipamentos — incluindo sistema de vídeo aEEG/EEG, NIRS e hipotermia terapêutica — ampliam a capacidade de identificação precoce de alterações neurológicas em recém-nascidos, especialmente prematuros e bebês que sofreram asfixia ao nascer. A tecnologia permite monitoramento contínuo e mais precisão nas decisões clínicas, contribuindo para a prevenção de sequelas graves.

“Fico muito honrado de contribuir para o HB/HCM aqui de São José do Rio Preto. São R$ 3,2 milhões destinados para a UTI neonatal. É uma tecnologia fundamental de monitoramento de bebês asfixiados e prematuros. Essa tecnologia ajuda a prevenir as sequelas da prematuridade e as relacionadas às crises epilépticas, que podem causar danos definitivos no cérebro do bebê. Estamos fazendo um investimento que salva vidas e pode reduzir significativamente as sequelas, trazendo qualidade de vida a longo prazo”, afirmou o deputado.

Para o diretor executivo da Funfarme, Dr. Horácio Ramalho, o impacto é direto na segurança assistencial. “Essa monitorização contínua de neonatos de risco e baixo peso, especialmente os prematuros extremos, traz mais segurança para as equipes médicas, porque essas crianças serão acompanhadas 24 horas por dia, principalmente em relação a eventos cerebrais que muitas vezes passam despercebidos. É muito importante contar com esses equipamentos por meio dessa emenda”, destacou.


O diretor administrativo do HCM, Dr. Wagner Vicensoto, reforça os ganhos na assistência. “Essas novas tecnologias vão melhorar a assistência, os prognósticos e a conduta médica, refletindo inclusive em menor tempo de permanência na UTI e altas mais precoces. Para o paciente é essencial e, para nós, receber esse incentivo e incorporar essas tecnologias é extremamente positivo.”

Já a chefe da UTI Neonatal do HCM, Maria Carmen, ressalta o impacto no cuidado direto aos bebês. “Estamos falando de equipamentos de ponta, de última geração. É um privilégio poder trabalhar no HCM e contar com tecnologias como o vídeo EEG e o NIRS. Isso fará uma diferença significativa no cuidado dos nossos recém-nascidos.”

Com a nova estrutura, o HCM fortalece sua atuação em neuroproteção neonatal, oferecendo um cuidado mais seguro, preciso e capaz de evitar complicações como lesões cerebrais, crises convulsivas não diagnosticadas e sequelas neurológicas permanentes, ampliando as chances de desenvolvimento saudável dos bebês atendidos.

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